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MFN: 97617
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100:  ^a20180202a2016                      
101:0 ^apor^cpor
102:  ^aPT
200:1 ^aDocumentação dos cuidados de enfermagem em contexto de urgência^fTeresa Maria Cerqueira Alves, Maria Aurora Gonçalves Pereira, Mara do Carmo de Jesus Rocha
461: 1^cCoimbra^tRevista Investigação em Enfermagem^v2.º Série, nº.18 (fevereiro  2017), p. 59-69^x2182-9764
461:^00111712^5ESS
606:  ^aDoente crítico^xUrgência
606:^xCuidados de enfermagem
606:  ^aDocumentação de enfermagem
675:  ^a001.891:616-083
700: 1^aAlves^bTeresa Maria Cerqueira
701: 1^aPereira^bMaria Aurora Gonçalves^4070
701: 1^aRocha^bMara do Carmo de Jesus^4070
856:4 ^uhttp://www.sinaisvitais.pt/images/stories/Rie/RIE18.pdf^zConsultar PDF
859:  ^acapa^b\rie.jpg^c1
930:  ^d05:001.891:616-083 RIE [18/2017]^lESS
Capa
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101:0 ^apor
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >Perspetiva dos terapeutas da fala sobre a sua intervenção numa equipa de cuidados paliativos^bregisto eletrónico^fRaquel Maciel Fontaínhas^gorient. Maria Aurora Gonçalves Pereira
210:  ^aViana do Castelo^c[s.n.]^d2019
215:  ^a157 p.^cil.
328:  ^aDissertação de mestrado em Cuidados Paliativos apresentada na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo
606:  ^aMestrado em Cuidados Paliativos^xDissertação
606:  ^aCuidados paliativos
606:  ^aCuidados paliativos pediátricos
606:  ^aTerapia da fala^xComunicação
606:  ^aTerapeuta da fala
606:  ^aDisfagia
675:  ^a616-083
700: 1^aFontainhas^bRaquel Maciel
702: 1^aPereira^bMaria Aurora Gonçalves^4070
856:4 ^uhttp://hdl.handle.net/20.500.11960/2210^zConsultar no repositório IPVC
859:  ^aCapa^b\7497ess.jpg^c1
930:  ^d043-D FON PER [286]^lESS
Capa
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101:0 ^apor
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >Gestão da dor crónica na pessoa com demência avançada^bregisto eletrónico^esaberes e práticas dos profissionais de saúde de uma estrutura residencial^fSusana da Conceição da Silva Carvalho Araújo^gorient. Maria Aurora Gonçalves Pereira, Maria Albertina Álvaro Marques
210:  ^aViana do Castelo^c[s.n.]^d2019
215:  ^a118 p^cil.
328:  ^aDissertação de mestrado em Cuidados Paliativos apresentada na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo
606:  ^aMestrado em Cuidados Paliativos ^xDissertação
606:  ^aDor crónica
606:  ^aDemência avançada
606:  ^aCuidados paliativos
675:  ^a616-083
700: 1^aAraújo^bSusana da Conceição da Silva Carvalho
702: 1^aPereira^bMaria Aurora Gonçalves^4727
702: 1^aMarques^bMaria Albertina Álvaro^4727
856:4 ^uhttp://hdl.handle.net/20.500.11960/2211^zConsultar no repositório IPVC
859:  ^aCapa^b\7498ess.jpg^c1
930:  ^d043-D ARA GES [287]^lESS
Capa
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100:  ^a20150202d2014    m  y0pory0103    ba
101:0 ^apor
102:  ^aPT
200:1 ^a<As >práticas educativas dos enfermeiros na preparação do regresso a casa da pessoa submetida a uma intervenção cirúrgica em cirurgia de ambulatório^fSophie Magalhães Dias^gorient. Maria Aurora Gonçalves Pereira
200:^gCo-orient. Mara do Carmo de Jesus Rocha
210:  ^aViana do Castelo^c[s.n.]^d2014
215:  ^a162 p.^cil.
300:  ^aDissertação de mestrado em Enfermagem Médico-Cirúrgica apresentada na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo
606:  ^aMestrado em Enfermagem Médico-Cirúrgica
606:  ^aCirurgia de ambulatório
606:  ^aAlta^xPreparação
606:  ^aPráticas educativas
606:  ^aEnfermeiro
675:  ^a616-083
700: 1^aDias^bSophie Magalhães
701: 1^aPereira^bMaria Aurora Gonçalves ^4727
701: 1^aRocha^bMara do Carmo de Jesus ^4727
856:4 ^uhttp://hdl.handle.net/20.500.11960/1245^zConsultar no repositório do IPVC
859:  ^aCapa^b\6836ess.jpg^c1
930:  ^d043-D DIA PRA [161]^lESS
930:  ^dDVD DIA PRA [161]^lESS
Texto
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100:  ^a20140507d2012    m  y0pory0103    ba
101:0 ^apor
102:  ^aPT
200:1 ^aAcessibilidade à informação clínica na óptica do utente^fMaria Agonia Martins Duarte Sousa
210:  ^aViana do Castelo^c[s.n.]^d2011
215:  ^a83 p.^eDVD
300:  ^aDissertação apresentada ao Instituto Politécnico de Viana do Castelo para obtenção do grau de Mestre em Gestão das Organizações, ramo Gestão de Unidades de Saúde
330:  ^aA informação resultante da prestação de cuidados de saúde, é no seu conjunto uma matéria muito sensível, e susceptível de existência de sistemas de segurança que prevejam o sigilo e a privacidade dos cidadãos. O acesso à informação é um direito inquestionável, que vai ao encontro do consentimento esclarecido. Este estudo foi realizado com o objectivo de conhecer a acessibilidade dos utentes relativamente à informação clínica, para alcançar o objectivo proposto utilizou-se a vertente quantitativa enquadrada num estudo exploratório – descritivo e vertente qualitativa. Foi realizado na ULSAM, EPE mais propriamente no Serviço de Atendimento ao Utente (SAU), serviço que foi nomeado pelo Conselho de Administração como Responsável pelo Acesso à  Informação (RAIi).1 Não é que esta seja a única forma de os utentes adquirirem a informação clínica pretendida, mas é a via sobre a qual estão estipulados procedimentos no sentido de garantir aos utentes, de modo análogo, o direito de acesso à informação de saúde. O motivo que nos levou a realizar este estudo foi a insatisfação que durante a actividade profissional percepcionámos, e que adveio das manifestações dos utentes, considerando-o demasiado burocrático e demorado. No contexto teórico - conceptual com o objectivo de suportar o estudo empírico é abordada a  prestação de cuidados de saúde ao longo dos tempos e o acesso à informação clínica em Portugal. Para colheita dos dados foi utilizado um questionário, por nós elaborado que foi aplicado aos utentes que recorreram ao SAU no ano 2009, solicitando informação clínica. Dos resultados, no cômputo geral os utentes manifestaram uma relativa satisfação com o serviço que lhes foi prestado, contudo manifestaram uma certa dificuldade em acederem ao SAU, e morosidade na aquisição do documento pretendido. Na opinião dos utentes, o processo de acesso à sua informação clínica deverá ser um processo menos burocratizado e mais rápido. Propomos como sugestão a implementação de uma aplicação informática que recolhe informação de diversas fontes de registo, num registo clínico único centrado no utente, e ainda uma reestruturação do sistema de sinalética existente. 
606:  ^aDireitos do doente^xAcesso à informação clínica^2Ln
675:  ^a362
700: 1^aSousa^bMaria Agonia Martins Duarte
702: 1^aPereira^bMaria Aurora Gonçalves^4727
702: 1^aFernandes^bBaltazar^4727
856:  ^uhttp://hdl.handle.net/20.500.11960/1215^zConsultar no Repositório do IPVC
930:  ^d043-D SOU DES [132]^lESS
930:  ^dDVD SOU DES [132]^lESS
Texto
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100:  ^a20140326j2013       y0pory0103    ba
101:0 ^apor
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >formação inicial em enfermagem e climas de formação^econceitos e percepções^fPreciosa Fernandes [et al.]
463: 1^cSalvador: Edufba^d2013^pp. 187-207^tSaber e formação no trabalho profissional e relacional^y978-85-232-1072-4^5ESS
606:  ^aEnsino de enfermagem^xFormação inicial
606:^xClima de formação
606:  ^aCultura organizacional^xClima de formação^2Lince
606:  ^aRelações interpessoais^2Lince
675:  ^a37:616-083
700: 1^aFernandes^bPreciosa [et al.]
702: 1^aPereira^bMaria Aurora Gonçalves^4070
930:  ^d37:616-083 SAB SAB [6677]^lESS
Texto
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021:  ^aPT
035:  ^a0014287
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035:  ^a0014865
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035:  ^a0021272
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101:0 ^apor^cpor
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >esperança e o sofrimento no doente oncológico paliativo^fCarla Sofia de Azevedo Ramos
210:  ^aViana do Castelo^c[s.n.]^d2013
215:  ^a154 p.^eDVD
300:  ^aDissertação de Mestrado em Cuidados Paliativos
330:  ^aA doença incurável confronta a pessoa com mudanças radicais que resultam em sofrimento humano e sentimentos de desesperança. O cancro, em particular, tornou-se numa doença temível que ameaça a integridade humana, levando a pessoa a questionar-se sobre o sentido da vida. A esperança constitui uma componente essencial do cuidar, com comprovado poder terapêutico, que promove o alívio do sofrimento, a recuperação do significado e sentido da vida e ajuda a lidar com a doença e incertezas do futuro de uma forma mais eficaz. A sua importância assume especial relevo no âmbito dos cuidados paliativos, cujos objetivos residem na promoção do conforto, e no alívio do sofrimento, tendo em vista a preservação da dignidade da pessoa. Reside aqui, e nas nossas preocupações pessoais e profissionais, o interesse em desenvolver este estudo com a finalidade de conhecer como o doente oncológico paliativo vivencia a esperança e o sofrimento, e se existe relação entre estas duas dimensões numa situação de doença grave e sem perspetiva de cura, no sentido de o inspirar a reencontrar a esperança no seio do sofrimento. Desenvolvemos um estudo de natureza quantitativa, do tipo exploratório, descritivo-correlacional. Como estratégia de recolha dos dados utilizou-se o Herth Hope Index-PT (Viana, 2010), o Inventário de Experiências Subjetivas de Sofrimento na Doença (Gameiro & McIntyre, 1997) e um questionário por nós elaborado, composto por questões sociodemográficas e clínicas. A amostra, do tipo não probabilística por conveniência, foi constituída por 70 doentes sob quimioterapia paliativa atendidos num serviço de ambulatório de uma unidade hospitalar do grande Porto. Os resultados permitem-nos perceber que os inquiridos apresentam médias de esperança elevadas e índices de sofrimento baixos, estando estes dois constructos relacionados. A dimensão de sofrimento físico apresenta os índices mais baixos, sendo que o sofrimento socio relacional apresenta os índices mais elevados, a par da vivência de elevados índices de experiências positivas de sofrimento. Os resultados sugerem, ainda, que quanto maior a esperança menor o sofrimento experienciado. A esperança e o sofrimento estão, portanto, relacionados, sendo duas características inerentes ao Homem, que o acompanham no seu processo de viver e de morrer e condicionam o ajuste aos momentos de crise, na recuperação do significado e sentido da vida, tendo em vista a preservação da dignidade da pessoa. Estes resultados reforçam a importância que o alívio do sofrimento tem para o doente, ajudando-o a encontrar sentido e propósito na vida, mediante o planeamento de metas exequíveis e fomentando a vivência de uma esperança realista, integrando a esperança como uma atitude terapêutica. Neste sentido, é importante um maior investimento nestas áreas na prática de cuidados e na formação em enfermagem.
606:  ^aSofrimento^2DeCS
606:  ^aEsperança^2DeCS
606:  ^aDoente terminal^xPessoa em fim de vida^2DeCS
606:  ^aQuimioterapia^2DeCS
606:  ^aCuidados paliativos^2DeCS
620:  ^aPT
675:  ^a616-083
700: 1^aRamos^bCarla Sofia de Azevedo
701: 1^4205
701: 1^4205
702: 1^aPereira^bMaria Aurora Gonçalves^4727
702: 1^aSoares^bMaria de la Salete Rodrigues^4727
801: 0^aPT
856:40^uhttp://hdl.handle.net/20.500.11960/1183^zConsultar no Repositório do IPVC
930:  ^d043-D RAM ESP [98]^lESS
930:  ^dDVD RAM ESP [98]^lESS
Texto
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021:  ^aPT
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100:  ^a20140429d2013    m  y0pory0103    ba
101:0 ^apor^cpor
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >stress no enfermeiro cuidador de doentes em fim de vida^fDiana Isabel Rodrigues Sequeira
210:  ^aViana do Castelo^c[s.n.]^d2013
215:  ^a100 p.^eDVD
300:  ^aDissertação de Mestrado em Cuidados Paliativos
330:  ^aO stress é inevitável e faz parte da vida humana. Origina-se de estímulos internos ou externos do indivíduo, sendo avaliado pelo mesmo, de acordo com os recursos que disponibiliza para manter o seu bem-estar. Faz parte do quotidiano da sociedade atual e o termo surge associado a inúmeras situações, sendo comumente referido nos diversos meios de comunicação (televisão, rádio, jornais entre outros). Os profissionais que exercem a sua atividade em contacto com outras pessoas, principalmente com pessoas em situação de doença, por vezes graves, como é o caso dos enfermeiros, deparam-se com um enorme desafio ligado ao desempenho de novos papéis e de como lidar com as mais diversas perdas: sociais, físicas emocionais e espirituais. A partir desta realidade, que cada vez mais preocupa a humanidade, consideramos pertinente realizar o presente estudo, focando a nossa ação no stress apresentado pelos enfermeiros cuidadores de doente em fim de vida. Assim, o objetivo primordial foi quantificar os níveis de stress e identificar e estratégias utilizadas pelos enfermeiros cuidadores de doentes em fim de vida para desta forma, alcançar um pequeno retrato do fenómeno nesta categoria profissional e contribuir para uma melhoria da qualidade de vida e qualidade dos cuidados a prestar. Cuidar de doentes em fim de vida, pode representar uma ameaça e originar stress. Uma ineficiente gestão do stress pode abarcar consequências gravosas e conduzir a uma manifestação mais agravada – burnout. Assim, o estado de stress poderá provocar transtornos tanto para o enfermeiro como para o doente. O sucesso em lidar com esta situação dependerá das distintas estratégias adotadas pelo enfermeiro. Optou-se por um estudo de natureza quantitativa do tipo descritivo correlacional. A recolha de dados foi realizada junto de enfermeiros a exercer funções numa unidade de cuidados continuados no distrito de Viana do Castelo, através de três instrumentos distintos, nomeadamente: questionário sociodemográfico, MBI e IRP. Dos diferentes resultados obtidos pode-se salientar que os níveis de burnout da população-alvo são, de um modo geral, moderados, porém na dimensão exaustão emocional obtiveram-se alguns valores preocupantes. No que diz respeito aos resultados relativos às estratégias de coping, também aqui os inquiridos apresentam níveis moderados de coping. Considerando os resultados obtidos, revela-se uma mais-valia para os enfermeiros encontrar formas que possam minimizar o stress e as dificuldades do processo de cuidar. Percebeu-se também, que os enfermeiros necessitam de se sentir apoiados e compreendidos pela sociedade que os envolve, para que se sintam cada vez mais competentes quando desempenham as suas funções profissionais.
606:  ^aStress^2Ln
606:  ^aCuidador formal ^xEnfermeiro^2Ln
606:  ^aDoente terminal^xPessoa em fim de vida^2DeCS
606:  ^aCoping^2DeCS
620:  ^aPT
675:  ^a616-006
700: 1^aSequeira^bDiana Isabel Rodrigues
701: 1^4205
701: 1^4205
702: 1^aPereira^bMaria Aurora Gonçalves^4727
702: 1^aSoares^bSalete^4727
801: 0^aPT
856:40^uhttp://hdl.handle.net/20.500.11960/1182^zConsultar no Repositório do IPVC
930:  ^d043-D SEQ STR [97]^lESS
930:  ^dDVD SEQ STR [97]^lESS
Texto
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021:  ^aPT
035:  ^a0014287
035:  ^a0014717
035:  ^a0014775
035:  ^a0014865
035:  ^a0014868
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101:0 ^apor^cpor
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >sofrimento do enfermeiro que cuida da pessoa em fim de vida e família^fLiliana de Jesus da Cruz Amorim
210:  ^aViana do Castelo^c[s.n.]^d2013
215:  ^a154 p.^eDVD
300:  ^aDissertação de Mestrado em Cuidados Paliativos
330:  ^aO sofrimento humano é uma experiência, que pode estar relacionada com a maioria das realizações e experiências desenvolvidas ao longo da vida. Por sua vez, a doença é uma causa importante de sofrimento, visto que atinge as estruturas mais importantes da vida psicoafetiva e espiritual do ser humano. O enfermeiro é o elemento da equipa que mais de perto, e durante mais tempo convive com o sofrimento da pessoa em fim de vida e sua família. Concomitantemente, e fruto desta interação, o sofrimento do enfermeiro é uma realidade. Tendo presente esta realidade, consideramos importante realizar o estudo cujo objetivo é compreender o sofrimento dos enfermeiros, que cuidam da pessoa em fim de vida e sua família, com a finalidade de identificar as estratégias desenvolvidas pelos profissionais para amenizar o sofrimento, por forma a melhor cuidarem de si e dos outros. Optamos por uma investigação de natureza qualitativa, com caráter descritivo-exploratório e a recolha de dados foi feita através de uma entrevista semiestruturada junto de enfermeiros, de um serviço de internamento do IPO Porto. Os resultados reforçam que o sofrimento do enfermeiro constitui uma realidade emergente do cuidado à pessoa em fim de vida e sua família. Como manifestações do seu sofrimento os enfermeiros experienciam diversas emoções e sentimentos habitualmente positivos e negativos. Reconhecem um conjunto de dificuldades potenciadoras do seu sofrimento, que se centram no doente e família, na equipa multidisciplinar, na organização e no próprio. Para ultrapassar estas dificuldades desenvolvem estratégias diversas que os ajudam a lidar com o seu sofrimento e, assim, melhorar o seu desempenho enquanto pessoas e profissionais, promovendo o bem-estar da pessoa em fim de vida e sua família. Apesar do sofrimento se revelar uma experiência desconfortável, os enfermeiros reconhecem que esta também se pode constituir como uma oportunidade de desenvolvimento e crescimento pessoal e profissional. Reconhecer o sofrimento do enfermeiro como fenómeno multidimensional, e ao mesmo tempo, reflexo da qualidade dos cuidados prestados é fundamental, pois é primordial que os enfermeiros cuidem de si para melhor cuidar dos outros. Também as instituições devem ter um conhecimento desta realidade, nomeadamente das estratégias disponíveis para ajudar os profissionais a lidar com o seu sofrimento. Só assim, será possível unir esforços para atingir a meta almejada por todos, a excelência dos cuidados prestados à pessoa em fim de vida e sua família.  
606:  ^aCuidar em enfermagem^2Ln
606:  ^aSofrimento^2Ln
606:  ^aDoente terminal^xPessoa em fim de vida^2DeCS
606:  ^aFamília^2DeCS
620:  ^aPT
675:  ^a616-083
700: 1^aAmorim^bLiliana de Jesus da Cruz
701: 1^4205
701: 1^4205
702: 1^aPereira^bMaria Aurora Gonçalves^4727
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856:40^uhttp://hdl.handle.net/20.500.11960/1181^zConsultar no Repositório IPVC
930:  ^d043-D AMO SOF [96]^lESS
930:  ^dDVD AMO SOF [96]^lESS
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021:  ^aPT
035:  ^a0014287
035:  ^a0014717
035:  ^a0014775
035:  ^a0014865
035:  ^a0014868
035:  ^a0015425
035:  ^a0017499
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100:  ^a20061211d2006    m  y0pory0103    ba
101:0 ^apor^cpor
102:  ^aPT
200:1 ^aComunicação de más notícias em saúde^econtributos para a formação em enfermagem^fMaria Aurora Gonçalves Pereira
210:  ^aPorto^c[s.n.]^d2005
215:  ^a574 p.^cil.
328:  ^aTese de Doutoramento
330:  ^aA comunicação de más notícias é uma realidade constante no quotidiano dos profissionais de saúde, constituindo-se numa das áreas mais difíceis e complexas no contextro das relações interpessoais, pelos dilemas pessoais e profissionais que origina, os quais podem afectar a qualidade de desempenho neste domínio. O reconhecimento desta realidade e da sua importância no processo de adaptação à doença e na manutenção de um luto saudável implica uma (re)orientação das práticas de cuidados. Desenvolvemos este estudo com a finalidade de estudar e compreender o processo de comunicação de más notícias e gestão do luto, de modo a obter um conjunto de dados que nos permita traçar linhas orientadoras, por um lado, para o desenvolvimento de competências de comunicação de más notícias, em contextos de trabalho, dos profissionais de saúde e, por outro lado para a formação, especialmente em enfermagem, numa lógica estruturante de um agir integrado mais eficaz e humanizado.A problemática desta investigação, assim como as questões orientadoras, sustentou-se em dois eixos fundamentais: o primeiro centra-se na operacionalização do processo de comunicação de más notícias e gestão do luto, o segundo mobiliza-se em torno das necessidades de/em formação dos agentes cuidadores, para o desenvolvimento de competências neste âmbito. O estudo é de tipo etnográfico e fundou-se numa estratégia multi-método de recolha e análise de dados, que inclui a observação participante, a entrevista semi-estruturada e questionários. No estudo participaram doentes, familiares e os profissionais de saúde envolvidos na trajectória da doença. No final deste percurso, que esperamos seja o inicio de um debate alargado sobre a problemática, verificamos que existem algumas fragilidades no processo de comunicação de más notícias e gestão do luto. Destas fragilidades emergem necessidades de o (re)estruturação das práticas de cuidados-criação de uma Unidade de Mama com equipas específicas e multidisciplinares, para favorecer a sistematização e a continuidade da informação entre a equipa de saúde e entre esta e a doente, e o envolvimento da doente e da família em tofdo o percurso - e necessidades de/em formação no âmbito da comunicação e gestão do luto. A racionalidade da acção e a racionalização da formação surgem, neste estudo, entrecruzadas numa lógica de complementaridade, estimulando novos percursos investigativos centrados no doente, no seu contexto de vida e no contexto de cuidados enquanto geradora do desenvolvimento de competências comunicacionais.
606:  ^aComunicação de más notícias
606:  ^aSaúde
606:  ^aLuto
606:  ^aComunicação de más notícias em saúde
606:  ^aComunicação de más notícias^xEnsino de enfermagem
606:  ^aInvestigação em enfermagem^xMétodos de investigação
606:^xEstudo etnográfico
606:^xObservação participante
606:^xEntrevista semi-estruturada
606:^xQuestionário
620:  ^aPT
675:  ^a159.98:616-083
700: 1^aPereira^bMaria Aurora Gonçalves
701: 1^4205
701: 1^4205
702: 1^aLopes^bAmélia^4727
801: 0^aPT
930:  ^d043-T PER COM [58]
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