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Texto
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200:1 ^aCuidadores informais de idosos com patologia oncológica^edificuldades e estratégias de coping no processo de cuidar ^fAna Filipa Pascoinho
461: 1^t"Onco.News. Investigação e Informação em Enfermagem Oncológica"
461:^cPorto^x1646-7868
461:^vnº. 16 (Primavera 2011), p. 14-22^5ESS
606:  ^aCuidador informal
606:  ^aCuidar
606:  ^aIdoso
606:  ^aDoença oncológica
606:  ^aEstratégias de coping
675:  ^a616-006
700: 1^aPascoinho^bAna Filipa
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200:1 ^a<O >doente terminal e o familiar cuidador na equipa de cuidados continuados integrados^fMaria Clara Baião Alvarinhas Ferreira
210:  ^aViana do Castelo^c[s.n.]^d2013
215:  ^a195 p.^eDVD
300:  ^aDissertação de Mestrado em Cuidados Paliativos
330:  ^aCuidar do doente em fase terminal e presenciar todo o processo de fim de vida, exige ao familiar cuidador, enfrentar situações complexas que nem sempre está preparado. Neste sentido, a Equipa Cuidados Continuados Integrados (ECCI) terá que nas suas intervenções focar o doente terminal e cuidador como unidade de cuidados. Tendo como finalidade poder contribuir para melhorar as práticas da ECCI e dar visibilidade ao seu papel, colocamos a questão de investigação Qual a perceção do familiar cuidador do doente terminal, do papel da equipa de cuidados continuados integrados, com o Objetivo Geral: Conhecer a perceção do familiar cuidador do doente terminal relativo à intervenção da Equipa de Cuidados Continuados Integrados. Metodologia: Estudo qualitativo – exploratório, descritivo na perspetiva da fenomenologia; recolha de dados efetuada: entrevista semiestruturada. Participantes: 8 familiares cuidadores de doentes terminais que deram entrada na ECCI entre 2011 e 2012, tendo falecido até junho desse ano. Efetuada análise de conteúdo de Bardin. A opção deste paradigma residiu na necessidade de compreender toda a complexidade que norteia a tomada de decisão da ECCI. O estudo respeitou os princípios ético-morais. Resultados: Os achados revelam que os familiares cuidadores apresentam vários motivos para cuidar do doente terminal: respeito pela preferência do doente terminal, dificuldades socioeconómicas, assegurar o conforto do doente, obrigação familiar e admiração pelo doente terminal. Ao assumirem os cuidados ao doente terminal sofrem mudanças significativas nos seus percursos de vida e apresentam uma variabilidade de sentimentos. Desconhecem ainda, o papel da ECCI, mas contam com o seu apoio. Referem como maiores dificuldades, assistir no processo de morrer. Durante o acompanhamento da ECCI percecionam como fundamental: o apoio recebido, a comunicação estabelecida e o trabalho em equipa. O papel dos enfermeiros da equipa é reconhecido a nível da educação para a saúde, no acompanhamento de proximidade e apoio psicológico. Consideram de uma maneira geral, suficientes os recursos da comunidade, mas sugerem acompanhamento da ECCI durante a noite, Unidades de Cuidados Paliativos no distrito de Viana Castelo, ajudas de terceira pessoa nos cuidados domiciliários, equipa multidisciplinar nos centros de dia e apoio da comunidade local. Conclusões: O doente terminal exige a quem cuida cuidados complexos. Assim, é dever dos profissionais de saúde contribuir para a garantia da qualidade de vida e dum fim de vida condigno. Os cuidados paliativos inserem-se com a única resposta possível de um tratamento humano e real esperados pelos doentes e suas famílias.
606:  ^aDoente terminal^2DeCS
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606:  ^aCuidados continuados de saúde integradoa^xCuidados de enfermagem^2Ln
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701: 1^4205
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702: 1^4727
801: 0^aPT
856:40^uhttp://hdl.handle.net/20.500.11960/1193^zConsultar no Repositório do IPVC
930:  ^d043-D FER DOE [110]^lESS
930:  ^dDVD FER DOE [110]^lESS
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102:  ^aPT
200:1 ^a<O >processo de transição do cuidador informal da pessoa com AVC^econtributos do enfermeiro de reabilitação^fAntónio da Silva Araújo ^gorient.  Maria Aurora Pereira, Co-orient. Maria José Fonseca
210:  ^aViana do Castelo^c[s.n.]^d2015
215:  ^a139 p^cil.^ecd-rom
328: 1^aDissertação de Mestrado em Enfermagem de Reabilitação apresentada na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo
606:  ^aMestrado em Enfermagem de Reabilitação
606:  ^aCuidador informal
606:  ^aAcidente vascular cerebral
606:  ^aTransição
606:  ^aEnfermagem de reabilitação
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700: 1^aAraújo^bAntónio da Silva
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702: 1^aFonseca^bMaria José^4070
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101:0 ^apor
102:  ^aBR
200:1 ^aCuidador (d)eficiente^e<as >representações sociais de familiares acerca do processo de cuidar^fGisele Regina de Azevedo^gVera Lúcia Conceição de Gouveia Santos
461: 1^t"Revista Latino-Americana de Enfermagem"
461:^cRibeirão Preto^x0104-1169
461:^vvol. 14, nº. 5 (Set.-Out. 2006), 11 p. ^5ESEnf
606:  ^aEnfermagem de reabilitação
606:  ^aCuidador informal
606:  ^aDeficientes
606:  ^aTraumatismo vertebro-medular
606:  ^aPercepção social
606:  ^aFamília
675:  ^a616-083
700: 1^aAzevedo^bGisele Regina de
701: 1^aSantos^bVera Lúcia Conceição de Gouveia^4070
856:  ^uhttp://www.scielo.br/pdf/rlae/v14n5/pt_v14n5a20.pdf
930:  ^d05:616-083 RLAE [5/2006]
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102:  ^aES
200:1 ^aMorir cuidando ^fCecilia Re
461: 1^cBarcelona^tRevista ROL de enfermeria^vVol.39, nº.2 (Febrero 2016), p.18-25^x0210-5020
461:^00050720^5ESS
604:  ^aMorin^bEdgar
604:  ^aFreire^bPaulo
606:  ^aMorte
606:  ^aAuto estima
606:  ^aCuidar
606:  ^aCuidador informal
606:  ^aPedagogia do oprimido
606:  ^aParadigma
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101:0 ^apor
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >cuidador informal no processo de adaptação à dependência no autocuidado^fMaria Preciosa Cerqueira Branco^gorient. Salete Soares, co-orient. Clara Araújo
210:  ^aViana do Castelo^c[s.n.]^d2015
215:  ^a149 p.^cil.^ecd-rom
328: 0^bDissertação de Mestrado^cEnfermagem de Reabilitação^d2015^eEscola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo
606:  ^aCuidador informal
606:  ^aEnfermeiro especialista em reabilitação
606:  ^aUnidade de média duração e reabilitação
606:  ^aUnidade de cuidados continuados
606:  ^aCuidar
606:  ^aMestrado em Enfermagem de Reabilitação^xIII
675:  ^a616-083:615.8 (043)^vBN^zpor
700: 1^aBranco^bMaria Preciosa Cerqueira
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702: 1^aAraújo^bClara^4727
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930:  ^d043-D BRA CUI [215]^lESS
930:  ^dDVD BRA CUI [215]^lESS
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102:  ^aPT
200:1 ^a<As >Necessidades da familia com o doente sem perspectiva de cura^fMarísa Araújo Lima Sárria
210:  ^aViana do Castelo^c[s.n.]^d2013
215:  ^a126 p.^eDVD
300:  ^aDissertação de Mestrado em Cuidados Paliativos
330:  ^aCuidar do doente sem perspetiva de cura no domicílio, exige às famílias um processo de adaptação, e por conseguinte, um conjunto de necessidades que exigem respostas adequadas. Assim, cuidar da família e do doente sem perspetiva de cura torna-se um desafio para os enfermeiros, na medida em que, uma família apoiada e confortada terá maior capacidade e disponibilidade para cuidar do seu ente querido no domicílio. Tendo por base esta reflexão, surgiu a questão de investigação: “Quais as necessidades da família no cuidar do DSPC no domicílio?” com o objetivo geral de compreender as necessidades da família no cuidar do DSPC no domicílio, e com a intencionalidade de contribuir para um projeto de intervenção centrado nas necessidades da família do doente sem perspetiva de cura.
606:  ^aCuidados paliativos^2DeCS
606:  ^aFamília^xNecessidades^2DeCS
606:  ^aDoente terminal^2DeCS
606:  ^aDomicilio^2Ln
606:  ^aCuidados de saúde primários^2Ln
606:  ^aCuidador informal^2Ln
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700: 1^aSárria^bMarisa Araújo
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930:  ^d043-D SAR NEC [109]^lESS
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102:  ^aFR
200:1 ^a<Le >séjour de répit pour les aidants à domicile et les personnes accompagnées^fCecilia Domelier, Aurélie Moncelon, Séverine Lalande
461: 1^00051534^cParis^tPerspective Soignante^vN.º 62 (septembre 2018), p. 89-97^x1287-1168^5ESS
606:  ^aCuidador informal
606:  ^aDomicilio
606:  ^aPessoas acompanhadas
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102:  ^aPT
200:1 ^aEstratégia dos cuidadores informais no domicílio a doentes com cancro do pulmão em fase terminal^fEmília Rito
461: 1^t"Onco.News. Investigação e Informação em Enfermagem Oncológica"
461:^cPorto^x1646-7868
461:^vnº. 21 (Jul.- Out. 2012), p. 19-26^5ESS
606:  ^aCuidador informal^2Ln
606:  ^aDoente terminal^2Decs
606:  ^aCancro do pulmão^2Ln
606:  ^aDomicilio^2Ln
606:  ^aCuidados paliativos^2Decs
606:  ^aEmoções^2Decs
675:  ^a616-006
700: 1^aRito^bEmília
930:  ^d05:616-006 ONC [21/2012]
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101:0 ^apor
102:  ^aPT
200:1 ^aAspectos psiquiátricos no cuidador de um doente de Alzheimer^ecomo, quando e a quem recorrer?^fSofia Alves [et al.]
461: 1^t"Psiquiatria Clínica"
461:^cCoimbra^vvol. 27, nº. 1 (Jan.-Mar. 2006), p. 83-98^5ESEnf
606:  ^aCuidador informal
606:  ^aDoença de Alzheimer
675:  ^a616.89
700: 1^aAlves^bSofia [et al.]
701: 1^aMaia^bLuis^4070
930:  ^d05:616.89 PSI [1/2006]